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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Devaneios de Séries... The White Queen (2013)- A Rainha Branca


The White Queen ( A Rainha Branca) é uma mini-série britânica de 10 episódios exibida pela BBC no Reino Unido e pela STARZ nos Estados Unidos da América. É baseada nas obras de Philippa Gregory sobre a Guerra das Rosas ou a Guerra dos Primos. Abrange a história narrada em A Rainha Branca, A Rainha Vermelha e A Filha do Conspirador. A STARZ está a estudar uma sequela que irá narrar os acontecimentos de The White Princess, o próximo livro da saga ainda sem edição portuguesa.
À semelhança dos livros, centra-se nas personagens femininas das casas de Lancaster e York. que influenciaram o rumo da guerra pelo trono. As protagonistas são Elizabeth Woodville, Margaret Beaufort e Anne Neville.
Esta adaptação televisiva é bastante fiel às obras que lhe deram origem por isso, há algumas incongruências históricas. Afinal, não se trata de um retrato de uma época mas, de uma adaptação de um retrato romanceado do período da guerra civil inglesa.


As actrizes que dão vida às personagens principais são competentes porém, Rebecca Ferguson que interpreta Elizabeth só me conquistou após alguns episódios. Culpo em parte o argumento porque ela demonstra uma frieza e uma altivez que não me lembro de ser tão marcada nos livros. A Elizabeth da série é das personagens cujo passado nublado pode causar confusão nos não-leitores. Quem leu os livros sabe que Jacquetta, a sua mãe tem poderes que não são comuns e que instruiu a filha nesses mistérios. Na adaptação televisiva, estes momentos surgem quase sem explicação. Só ao fim de algum tempo é que se começa a perceber o porquê das mulheres da sua casa terem uma ligação tão forte ao rio e à água.
Amanda Hale que dá vida a Margaret Beaufort é que é verdadeiramente surpreendente! Nos livros, Margaret é insuportável com o seu fanatismo religioso e a sua crença de que é enviada por Deus mas, aqui, Amanda sabe torná-la mais empática, enfatizando o seu amor pelo filho e a sua capacidade quase maluca de sacrifício por ele. Mesmo assim, há momentos em que me apetece lhe dar uns estalos por conta da sua homónima literária.
Faye Marsay, a Anne Neville é a minha predilecta das três. A sua transformação de menina a mulher é muito tocante. O seu caminho não é fácil e o modo como a actriz a molda consoante as circunstâncias é notável.


No elenco secundário, os destaques são, sem dúvida, David Oakes com o seu maníaco George, Aneurin Barnard como Richard,  James Frain como Lord Warwick e Janet McTeer como Jacquetta. Todos trazem às personagens carisma e personalidade e concordando ou não com as suas acções, quando estão em cena, são memoráveis. Max Irons,o Edward IV parece, por vezes, deslocado do seu lugar. Primeiro ele devia ser mais velho que George, o que não aparenta e depois à medida que envelhece deixa de ser credível. Mas isto também é culpa da produção. A maquilhagem e as próteses existem para isso. Alguns personagens parecem eternos e nem uma ruga têm com o passar dos anos. Então, o Edward gordo chega a ser hilariante. A barriga falsa parece uma gravidez.
No entanto, a narrativa é atractiva e os episódios consistentes e equilibrados que impelem o espectador a seguir a mini-série até ao fim.
Em suma, esta adaptação televisiva tem algumas falhas todavia, não deixa de ser um bom entretenimento.

TRAILER:



terça-feira, 14 de janeiro de 2014

A Filha do Conspirador de Philippa Gregory

"Perdi o meu pai numa batalha, a minha irmã às mãos de uma espia de Isabel Woodville, o meu cunhado às mãos do seu carrasco e o meu sobrinho às mãos de um seu envenenador, e agora o meu filho foi vítima da sua maldição…"

A apaixonante e trágica história de Ana Neville e da sua irmã Isabel, filhas do Conde de Warwick, o nobre mais poderoso da Inglaterra durante a Guerra dos Primos. Na falta de um filho e herdeiro, Warwick usa cruelmente as duas jovens como peões, mas elas desempenham os seus papéis de forma previdente e poderosa.

No cenário da corte de Eduardo IV e da sua bela rainha Isabel Woodville, Ana é uma criança encantadora que cresce no seio da família de Ricardo, Duque de Iorque, transformando-se numa jovem cada vez mais corajosa e desesperada quando é atacada pelos inimigos do seu pai, quando o cerco em seu redor se aperta e quando não tem ninguém a quem possa recorrer, a quem possa confiar a sua vida.
 
A MINHA OPINIÃO:
 
A Filha do Conspirador foi uma excelente surpresa! Após o pequeno revés que tive com A Rainha Vermelha que tinha uma protagonista intolerável, foi agradabilíssimo conhecer Ana Neville, filha do Fazedor de Reis. A evolução da rapariga que era um mero peão nas mãos do pai para a mulher de Ricardo, Duque de Iorque é irresistível. O próprio Ricardo, figura controversa da História e célebre devido a Shakespeare, é aqui retratado com inteligência pela escritora. É uma personagem dúbia pois, é o leitor que constrói a sua imagem através do que nos apresenta Philippa Gregory. Não é o eterno romântico porém, também não é o monstro sanguinário que, muitos pintam. Ana trilha o mesmo caminho. Fascina-nos com a sua inocência típica de criança, com sua paixão de adolescente por Ricardo e pela mulher e mãe em que se torna. A evolução gradual de todos os intervenientes desta grande história é, sem dúvida, a sua maior atracção. Ficamos divididos por algumas das suas atitudes, no entanto, não as deixamos de compreender por mais inescrupulosas que sejam. Aos olhos de Ana, os Woodville  ganham outra cor. É uma outra perspectiva da Guerra das Rosas que, ao contrário da de Margarida Beaufort não é afunilada pelo fanatismo religioso. 
Há superstição e o medo que embora, possam parecer infundados, são preponderantes no desenvolvimento de Ana e Isabel Neville. São muito bem fundamentados pela narrativa pois, é típico culparmos o que desconhecemos. particularmente, nestes tempos mais remotos. Confrontada com a acusação de bruxaria a Jacquetta Woodville, Ana  teve uma reacção plausível e defendeu-se, fechando-se sobre si mesma. O receio marcará a sua vida para sempre! Seguem-se reviravoltas intrigantes e alucinantes que prendem o leitor às páginas desta obra. A realidade nunca foi tão saborosa de se ler! Este é um mérito de Gregory que não se limita a enumerar factos e datas. Ela dá-lhe o seu toque muito suis generis que nos leva a rever uma história contada vezes sem conta mas, de outra forma. É ficcionalizada todavia, não perde a sua capacidade de cativar. Esta é até exponencial e permite uma leitura fugaz com um piscar de olhos ao seguinte, The White Princess ( ainda sem tradução em Portugal). Contudo, há algo incómodo neste livro. São as evitáveis traduções literais de nomes próprios. George não é Jorge  e por mais, que o queiramos aportuguesar, isto, na minha opinião, não é o mais correcto.
A Filha do Conspirador é um dos melhores desta saga de Philippa Gregory! É aliciante e verdadeiramente educativo ainda que romanceado.

6/7- EXCELENTE

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

A Rainha Vermelha de Philippa Gregory


Herdeira da rosa vermelha de Lancaster, Margarida vê as suas ambições frustradas quando descobre que a mãe a quer enviar para um casamento sem amor no País de Gales. Casada com um homem que tem o dobro da sua idade, depressa enviúva, sendo mãe aos catorze anos. Margarida está determinada em fazer com que o seu filho suba ao trono da Inglaterra, sem olhar aos problemas que isso lhe possa trazer a si, à Inglaterra e ao jovem rapaz. Ignorando herdeiros rivais e o poder desmedido da dinastia de York, dá ao filho o nome Henrique, como o rei, envia-o para o exílio, e propõe o seu casamento com a filha da sua inimiga, Isabel de York.
Acompanhando as alterações das correntes políticas, Margarida traça o seu próprio caminho com outro casamento sem amor, com alianças traiçoeiras e planos secretos. Viúva pela segunda vez, Margarida casa com o impiedoso e desleal Lorde Stanley. Acreditando que ele a vai apoiar, torna-se o cérebro de uma das maiores revoltas da época, sabendo sempre que o filho, já crescido, recrutou um exército e espera agora pela oportunidade de conquistar o prémio maior
.

A MINHA OPINIÃO:

A Rainha Vermelha é o terceiro livro que leio da saga sobre a Guerra dos Primos ou Guerra das Rosas de Philippa Gregory.
Margarida é a primeira protagonista desta série que não suporto! É ignóbil, mesquinha e cega pela ambição. A sua fé adquire contornos de fanatismo e ela repete-o, constantemente, como um lema como se não o soubéssemos. Torna-se monótono "ouvir" o discurso de Margarida Beaufort. Não sei se é propositado ou não. Apesar deste ininterrupto elogio falseado de humildade a si própria, Margarida é competente como personagem. Gregory retrata-a através dos seus pensamentos, acções e alianças e, por mais, que não inspire confiança ou simpatia , não podemos negar que ela tem coragem. Pode não ser aquela que é contada como a mais bela das virtudes e pode até ser motivada pela loucura contudo, é coragem! Luta pelo direito ( verdadeiro ou não!) do filho ao trono e transforma-se numa hábil política e estratega. Não há como fugir à arrogante e prepotente Beaufort. A autora não é comedida em adjectivar a personagem principal e isso até causa admiração. Ao invés de a descrever como a pobre coitada que teria remorsos e arrependimentos, ela opta pelo oposto, o que provavelmente se assemelhará muito mais à realidade da época. Correndo o enorme risco de a leitura se tornar repulsiva, Philippa Gregory é honesta. Com outro autor, este livro poderia tornar-se num falhanço tremendo todavia, a escritora tem o dom da narração. Não há nada como um mistério ou uma conspiração para agarrar o leitor. É isso que ela faz! Dá ao espectador o outro lado da história de A Rainha Branca para que tire as suas próprias conclusões. No entanto, este "quase" complemento ao primeiro livro, é deficitário em imprevisibilidade. Como o desfecho já é sabiamente conhecido, o efeito surpresa é inexistente. Não obstante, a minha curiosidade por Henrique Tudor e Isabel de Iorque inicia-se aqui. Como fugirão às "garras" das respectivas mães?
A Rainha Vermelha é o que menos aprecio da saga até agora pelas razões acima enunciadas da qual a mais preponderante é a minha antipatia por Margarida. Além disso, ainda me fazem confusão a tradução literal de todos os nomes próprios anglo-saxónicos ( Henry=Henrique). Porquê?...
 
3.5/7- BOM

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A Rainha Branca de Philippa Gregory

A história do primeiro volume de uma nova trilogia notável desenrola-se em plena Guerra das Rosas, agitada por tumultos e intrigas. A Rainha Branca é a história de uma plebeia que ascende à realeza servindo-se da sua beleza, uma mulher que revela estar à altura das exigências da sua posição social e que luta tenazmente pelo sucesso da sua família, uma mulher cujos dois filhos estarão no centro de um mistério que há séculos intriga os historiadores: o desaparecimento dos dois príncipes, filhos de Eduardo IV, na Torre.

A MINHA OPINIÃO:

A Rainha Branca é, cronologicamente, o segundo livro desta saga de Philippa Gregory. Inicialmente, publicitada como uma trilogia já se transformou numa saga. Este volume é de Elizabeth (Isabel), filha de Jacquetta de A Senhora dos Rios. Ao influir o dom da previdência e a capacidade de lançar maldições na história, Gregory dá algo de imprevisível ao previsível. A escritora é fluída mesmo ao relatar as guerras, as trocas de alianças políticas e a cobrir anos e anos da vida de Isabel. É verdadeiramente notável a forma como ela alia a caracterização histórica à componente ficcional! Sem nunca perder o fio à meada, descreve a instabilidade da monarquia inglesa durante a Guerra das Rosas onde nem os laços de sangue significam paz. Nesta obra, a família nem sempre simboliza segurança e conforto.
Eduardo IV, o amado de Isabel, é uma personagem muito curiosa: é muito frontal, corajoso e dinâmico porém, tem uma certa ingenuidade um tanto juvenil de acreditar sempre na bondade e na boa vontade dos demais, o que lhe trará alguns dissabores. Os seus dois irmãos, Jorge e Ricardo, também filhos da casa de Iorque outrora indissociáveis da sua corte já não são tão fiéis quanto ele esperaria. Gregory não faz uma transição abrupta de alianças, é bastante elucidativa ao especificar os porquês das mudanças de alianças. Todavia, existe uma pequena barreira de confusão na sua escrita: os nomes iguais das inúmeras personagens. A culpa não propriamente dela, é da pouca originalidade que existia nas casas reais inglesas. Por exemplo, Isabel, a protagonista tem dois filhos que se chamam Ricardo e um deles tem como tio, Ricardo, o irmão mais novo de Eduardo IV. No início, aborreci-me com este facto mas, não a leitura não deixou de ser incrivelmente acirrante! Isabel tem uma história tremenda e cruza-se com outras vidas que partilham o mesmo adjectivo. A mulher, a mãe, a esposa são as facetas que a autora explora sem pudor expondo sentimentos tão humanos como o perdão e a traição. Não obstante, não se descura ao narrar as histórias paralelas e mais uma vez, instiga a nossa curiosidade para o volume seguinte. O mistério dos princípes da Torre é das jogadas mais brilhantes da escritora pois, ela coloca todas as pistas na mesa mas, somos nós que teremos de chegar a uma conclusão.  
A Rainha Branca é uma leitura deslumbrante que proporciona prazer e aprendizagem...

6/7-EXCELENTE

TRAILER DA SÉRIE:

 

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

A Senhora dos Rios de Philippa Gregory


Jacquetta é casada com o Duque de Bedford, regente inglês da França, que lhe dá a conhecer um mundo misterioso de conhecimento e de alquimia. O único amigo de Jacquetta é o escudeiro do duque, Ricardo Woodville, que está a seu lado quando a morte do duque faz dela uma viúva jovem e rica.
Os dois tornam-se amantes e casam em segredo, regressando à Inglaterra para servir na corte do jovem monarca Henrique VI, onde Jacquetta vem a ser uma amiga próxima e leal da sua nova rainha. 

Depressa os Woodville conquistam uma posição no núcleo da corte de Lencastre, apesar de Jacquetta pressentir a crescente ameaça vinda do povo da Inglaterra e o perigo de rivais pretendentes ao trono. Mas nem a coragem e a lealdade dos Woodville bastam para manter no trono a Casa de Lencastre. Jacquetta luta pelo seu rei, pela sua rainha e pela sua filha Isabel, para quem prevê um futuro extraordinário e surpreendente: uma mudança de destino, o trono da Inglaterra e a rosa branca de Iorque.



A MINHA OPINIÃO:

A Senhora dos Rios é a minha estreia com Philippa Gregory e é o terceiro volume publicado sobre Guerra dos Primos embora, seja o primeiro cronologicamente. A minha curiosidade acerca da autora despontou com as sinopses da série Tudor mas, foi com a colecção mais recente dela que me iniciei. Esta opção foi simples pois, os meus conhecimentos sobre as casas de Lencastre e Iorque são relativamente inferiores aos da casa Tudor e não há nada melhor do que aprender quando se lê.  E este é um livro riquíssimo em eventos históricos! Evidentemente, são embelezados com a ajuda da ficção e das criações da escritora porém, estes não deturpam a fluidez da história. Pelo contrário, intrigam-me. A escritora traça a genealogia da protagonista, Jacquetta até uma deusa marinha, Melusina, presente no brasão da sua casa e através deste passado misterioso infunde magia neste romance histórico.  Dá um toque distinto e atraente às páginas que não se limitam a ser biografias, enumeração de datas e acontecimentos. Gregory é ainda bem sucedida em caracterizar as personagens secundárias.Embora a história seja maioritariamente narrada por Jacquetta, os restantes intervenientes estão muito presentes não sendo obliterados ou esquecidos. São construídos com a máxima precisão. É ainda uma leitura que evoca que há de bom na Humanidade como o amor e o carinho numa família como o que há de mau: o egoísmo, a ambição desmedida e a guerra. É muito bom a demonstrar o quanto uma pessoa pode mudar seja devido a grandes desgostos ou a grandes frustrações nunca libertadas. É claro que o poder seduz e isso fica aqui muito bem esclarecido porém, há lógica no crescimento das personagens. Não é um livro que contenha  ódio pelo puro "prazer" de haver ódio. Este é bem justificado e as razões que levaram a ele são expostas a nu. Apesar de ter estes méritos, A Senhora do Rios tem um início algo confuso com casas reais e nobres a surgirem a cada parágrafo. Era necessário para abrir a história não obstante, fez-me ler com bastante cuidado. Mas, foi também neste início que encontrei Joana d'Arc e a escritora abordou-a brilhantemente e logo, nas primeiras linhas fiquei viciada. As árvores genealógicas que se encontram na primeira página são extremamente úteis para navegar por estes mares desconhecidos. Também ajudam a salientar aquilo que mais me aborreceu nesta edição. A tradução total dos nomes ingleses para português. Foram coerentes e mantiveram-na até ao fim todavia, é ridículo Richard tornar-se Ricardo ou Elizabeth  em Isabel. Se foi Edward que os paizinhos lhes chamaram porquê colocá-lo como Eduardo? Já alguma vez alguém traduziu Anacleto para inglês? Enfim, não é nada que não se ultrapasse mas, que me faz imensa confusão. Ainda assim, a obra revelou-se  como uma de consumo muito fácil, que me seduziu profundamente ao ponto de me obrigar a ler até horas impróprias e que me fascinou de tal maneira que, procurei saber o que era real ou não, pesquisando em outras fontes. A Senhora do Rios é sem dúvida, uma bela amostra do que Phillipa Gregory consegue fazer. Mal posso esperar pelos seguintes!...


6/7- EXCELENTE


PS: Este livro foi um dos escolhidos para a rubrica Devaneios à Solta.

domingo, 28 de julho de 2013

Devaneios à Solta... A Senhora dos Rios de Philippa Gregory



Parque da Liberdade, Sintra
(foto da minha autoria)

" Vejo o pingente que tinha atirado para as profundas águas do Tamisa, amarrado às fitas, uma fita diferente para cada estação do ano, o pingente com o formato de uma coroa, que desapareceu e que me disse que o rei nunca mais voltaria para nós. Vejo-o no fundo das águas, (...) e depois noto que está a ser puxado para a superfície de um regato de Verão, e é a minha filha Isabel quem, sorridente, o tira para fora da água, rindo com alegria, colocando-o num dedo como se fosse um anel.

 in pág 454 de A Senhora dos Rios de Philippa Gregory.