4/7- BOM
PS: Obrigada Segredo dos Livros! Não agradeço ao novo Acordo Ortográfico porque esse fez-me encontrar palavras como "pára" do verbo parar sem acento várias vezes, o que para mim, é ridículo!

"Querida leitora,
Alguma vez quis saber como era ser imortal? Viajar pela noite caçando os vampiros que perseguem os humanos? Ter riqueza e força ilimitadas? Essa é a minha vida e é escura e perigosa. Sou herói de milhares, mas ninguém me conhece. E adoro todos os minutos. Pelo menos era o que eu pensava até que, certa noite, acordei algemado ao meu pior pesadelo: uma mulher conservadora, de camisa apertada de cima a baixo. Ou, no caso de Amanda, abotoada até ao queixo. É inteligente, sensual, espirituosa e não
quer ter nada a ver com o paranormal, por outras palavras, comigo.
A minha atracção por Amanda Devereaux vai contra tudo aquilo que represento. Já para não dizer que, da última vez que me apaixonei, isso me custou não só a minha vida humana como a minha alma. Ainda assim, sempre que olho para ela, dou por mim a desejar tentar de novo. A desejar acreditar que o amor e a lealdade existem. Ainda mais perturbador, dou por mim a perguntar se haverá alguma forma de uma mulher como Amanda amar um homem cujas cicatrizes da guerra são profundas, e cujo coração foi ferido por uma traição tão selvagem que não sei se voltará a bater de novo."
Kyrian da Trácia
A MINHA OPINIÃO:
Prazer da Noite foi um livro que chegou na altura certa. A minha demanda por uma leitura feliz, com um toque de erotismo ( só um bocadinho, não é precisar exagerar!) e romance foi frutífera. O segundo volume da saga dos Predadores da Noite revelou-se ser aquilo que procurava. O seu timing foi perfeito! Kenyon tem um talento especial para conjugar mitologia grega, seres imortais e demónios. Comparando este volume com o primeiro da saga, Prazer da Noite é mais vivaz e frenético. É também neste livro que Sherrilyn Keynon brilha porque é original e até astuta na sua abordagem ao paranormal. Os seus "vampiros" são distintos e aos deuses é-lhes dado virtudes e defeitos humanos. A soma de todos estes componentes é igual a um autêntico vendaval de acção sobrenatural! Os acontecimentos sucedem-se a um ritmo vertiginoso tornando este livro num verdadeiro page-turner! Kyrian é o novo protagonista. É grego e amigo do antigo personagem principal. Soldado vitorioso, Kyrian ganhou a sua imortalidade da deusa Artémis em troca de um pequeno grande favor. Agora, ele patrulha a noite caçando daemons, aqueles que sugam a alma dos humanos para subsistir. Solitário, ele nunca esperaria cruzar-se com Amanda, a rapariga regular de uma família de feiticeiras, caçadoras e mestres de vodu. A família dela é absolutamente hilariante e totalmente maluca!:D Kyrian e Amanda têm química e espalham sensualidade! Ele é a personificação do paranormal e ela é, ou pelo menos tenta ser o normal em duas pernas! Lá diz o ditado: os opostos atraem-se! E de que maneira!Todavia, Kyrian ainda tem marcas deixadas pelo passado longínquo e que ressurgirão no exacto momento em que ele mais precisa da sua força! Uma leitura aventureira, deliciosa e refrescante! Mesmo o que eu estava a precisar! Venha o próximo da saga!
4.5/7- BOM **
PS: Obrigada Cátia pelo empréstimo! Bjinhos amiga!:)

Zarek é o mais perigoso de todos os Predadores da Noite. Exilado no Alasca durante séculos, desprezado pela deusa que o criou e temido pela sua própria espécie, foi condenado à morte por Ártemis na sua última missão. A sua única hipótese de salvação vem do líder dos Predadores da Noite, Acheron, que convoca a justiça da ninfa Astrid; mas, em toda a história do mundo, Astrid nunca considerou ninguém inocente… Dizem que mesmo o homem mais amaldiçoado pode ser perdoado, mas conseguirá Zarek convencer Astrid de que, por trás de uma besta feroz, se esconde um ser humano que deseja amar e ser amado?
A MINHA OPINIÃO:
Dança com o Diabo obriga o leitor a uma dança vertiginosa cujos pares são a mitologia, o amor visceral, a redenção e o erotismo. Este é o quarto livro da série Predadores da Noite de Sherrilyn Kenyon. Eu li o primeiro e agora o quarto. Estranho mas, por circunstâncias que me ultrapassam assim aconteceu. Mas asseguro-vos que os outros não me escaparão durante muito tempo. Esta obra é mais uma brisa refrescante. A sua leitura é fluida e viciante. E é impossível deixar de ler... Capaz de oferecer emoção, humor, momentos de paixão ardente e suspense é indescritivelmente compulsivo. Sim,existe um amor à primeira vista recheado de previsibilidade porém, os contornos desta história são muito interessantes. Ela, Astrid, é uma ninfa da Justiça, irmã das Parcas ( as mulheres que controlam o Destino na mitologia helénica) e ele, Zarek, é um predador da noite, imortal que viveu isolado novecentos anos no Alasca. Ele é, aparentemente, frio, cruel e implacável e ela é doce e meiga. Zarek está sob o jugo da deusa Artémis que tem uma relação conturbada e misteriosa com Acheron, o primeiro dos Predadores da Noite. É um livro leve, perfeito para desanuviar e em que as divindades e os demónios convivem com os meros mortais dando-lhe um colorido que é a marca distintiva de Sherrilyn Kenyon. As personagens secundárias são deveras intrigantes. Acheron é uma delas. É uma jogada inteligente da autora, rodeá-las numa aura de mistério. Aguça a curiosidade para os volumes seguintes.Simi, a jovem demónio, é também uma das personagens que mais gostei. Cativou-me por ser extrovertida, franca e por possuir momentos muito cómicos.
4.5/7- BOM

Grace Alexander, uma bonita terapeuta sexual de Nova Orleães, julgava estar destinada a uma vida sem paixão. Até ao dia em que a amiga Selena a convence de que, por artes mágicas, poderá convocar um escravo de amor durante um mês. Certa de que a magia da amiga irá falhar, Grace deixa-se levar pela brincadeira. Mas...
"Caro leitor,
Estar preso num quarto com uma mulher é fabuloso. Estar preso em centenas de quartos ao longo de dois mil anos não o é de todo. E estar amaldiçoado como escravo de amor para a eternidade, arruína qualquer guerreiro espartano. Como escravo de amor, sei tudo sobre as mulheres. Como tocá-las, saboreá-las e, acima de tudo, como dar-lhes prazer. Mas quando fui convocado para satisfazer as fantasias de Grace, encontrei a primeira mulher na história que me viu como um homem com um passado atormentado. Só ela se preocupou em levar-me para fora do quarto e mostrar-me o mundo. Ensinou-me a amar de novo.
Mas eu não nasci para conhecer o amor. Fui amaldiçoado para caminhar sozinho pela eternidade. Como general, aceitara há muito a minha sentença. No entanto, agora encontrara Grace - a única coisa sem a qual o meu coração não consegue sobreviver. Poderá o seu amor curar as minhas feridas e quebrar uma maldição milenar?"
Julian da Macedónia
A MINHA OPINIÃO:
Um livro que lê num folêgo! Capaz de cortar a respiração à maior parte das mulheres! É sensual, erótico e muito bem-humorado. Tem paixão, amor, atracção, maldições e muitos muitos deuses... de carne e osso a passear por Nova Orleães. Sim, é uma história de amor comum a tantas outras com uma pequena diferença: o protagonista é filho de uma deusa grega e está amaldiçoado. Eu disse-vos que a diferença era pequena:P.
Julian da Macedónia, general, filho de Afrodite está condenado a uma vida de escravidão sexual. Está prisioneiro de um livro e só é libertado quando alguém o invoca. Durante um mês, Julian alimenta as fantasias sexuais das suas invocadoras findo o qual volta para as páginas do livro...para a solidão. Durante milénios, Julian é confrontado por inúmeras mulheres mas, nenhuma delas é Grace. Então não é que a mulher com um deus grego (literalmente) à frente, diz não! Intrigado, Julian começa por desenvolver afeição por esta mulher que mais tarde, se torna em amor. Um amor muito maior que o prazer carnal. E Grace deixa-se arrebatar. Aqui está típica história de amor. O problema é que ele está amaldiçoado e a família dele mora no Olimpo. E o Olimpo está cheio de invejas, favores e traições! Resultado?... Uma leitura compulsiva apimentada com Cupidos a andarem de moto e outros deuses da Antiguidade a deambularem pelas ruas de uma cidade do século XXI.
É incrível como Kenyon consegue misturar todos estes ingredientes. Uma leitura leve e agradável onde tudo acontece depressa demais. Mas vendo bem as coisas, estamos a falar de divindades gregas. Tudo tem um timing e este livro para ser verdadeiramente apreciado tem de ser lido na altura certa.
4/7 -BOM
PS:Se alguém encontrar um livro com um homem divinal na capa, é meu!!!:P
Obrigada C., pelo empréstimo!