domingo, 31 de julho de 2011

Os Devaneios fazem dois anos! (PS: Há sorteio:)!)

Os Devaneios fazem dois aninhos!:) Ainda me lembro do primeiro dia em que escrevi, receosa, uma crítica. O que sentiria ao partilhar a minha opinião? Como me sairia? Passaram 24 meses e o meu cantinho não pára de crescer. Obrigada a todos! Gostaria de o inovar com novos segmentos mas, a minha falta de tempo não o permite. Seria publicidade enganosa anunciar a sua criação! Já muitas vezes me perguntaram o porquê de o blog continuar a ser apenas um espaço para as minhas críticas pois, aqui está a resposta: não tenho tempo. A  universidade resolveu fugir com ele! Às vezes, é tão difícil encontrar uma hora livre de estudos para escrever. Não vou mentir, já pensei muitas vezes em desistir dos meus Devaneios. É muito, muito complicado gerir o tempo. Tentem escrever de madrugada após um dia de aulas e de estudos intenso e vão perceber o que quero dizer. Contudo, acho que nunca vou desistir dos meus Devaneios. Escrever, liberta-me! E parece-me que vou continuar por muitos anos. Mais um ano de aulas se aproxima e tenho o pressentimento que o meu tempo livre vai ser reduzido para metade. But, fear not! I will be here! E como não podia deixar de ser, dia de aniversário que se preze, tem prendinhas. Para assinalar esta data, vou sortear um livrinho da minha pequena biblioteca: Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal de James Rollins.


O sorteio decorrerá até o dia 7 de Agosto até às 23:59. Para concorrer basta enviar o vosso nome completo, nick de seguidor e morada para devaneiosdajojo@gmail.com.

Obrigada a todos por terem a coragem de ler os meu Devaneios :p!

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Uma Grandiosa e Terrível Beleza de Libba Bray


Gemma Doyle não é igual às outras raparigas de postura irrepreensível, que só falam quando interpeladas, que conservam a postura, que permanecem deitadas e que pensam na Inglaterra quando lhes é pedido.
Não, Gemma é uma ilha. Aos dezasseis anos é enviada para a Academia Spence, em Londres, após uma tragédia que assombrou a sua família na Índia. Sozinha, carregando o peso da culpa e propensa a visões do futuro que têm o mau hábito de se concretizar, Gemma é alvo de uma recepção gelada. Mas Gemma não está só... ela foi seguida por um jovem misterioso, que quer que a sua mente se feche às visões.
Em Spencer os poderes de Gemma ganham força. Ela vê-se enredada com as raparigas mais influentes da escola e descobre a ligação da sua mãe a um grupo obscuro conhecido por a Ordem. E será aí que o seu destino a espera... se Gemma acreditar nele.
Uma Grandiosa e Terrível Beleza é o tipo de livro que não conseguimos largar... É uma vasta tapeçaria de saias rodadas, de sombras dançantes e de coisas que se escondem na escuridão. É um retrato vivo da época vitoriana, altura em que as raparigas eram educadas para serem esposas de homens ricos... E é a história de uma rapariga que viu um caminho diferente.

A MINHA OPINIÃO:

Uma Grandiosa e Terrível Beleza é uma obra com um toque de fantasia, aventura e sobrenatural. Tem tudo para me deixar agarrada às suas páginas. Se, no princípio, tive medo que este fosse mais um, vejo agora que esse sentimento era infundado. Receei mais um livro de fantasia numa época pós-Twilight, em que o rapazinho ama a rapariga e tudo gira à volta deles, eclipsando os restantes elementos da história. Não obstante, não tenho nada contra as pessoas que optam por ler esses livros. Defendo que devemos ler o queremos e não o que nos impõem. Mas, para mim chega! Chega de livros que parecem cópias uns dos outros... São leituras que desaparecem da nossa memória porque não se destacam no imenso manancial de livros de fantasia que sai todos os anos. Todavia, Libba Bray alcançou a grande proeza de se destacar. Neste primeiro volume de uma trilogia, a autora apresentou-me uma jovem, Gemma, com poderes especiais. Nada que meta vampiros, lobisomens e fadas. Nada disso. Gemma e as amigas são completamente diferentes. Os dons da protagonista são bastante inovadores em termos literários.Ann, Felicity e Pippa compõem o elenco de personagens de Spencer, o colégio interno. Cada uma tem as suas inseguranças, defeitos e qualidades. Todas procuram a libertação. Anseiam por ser mais do que uma esposa fiel, piedosa e obediente ao marido numa época em que as mulheres eram relegadas para segundo plano.A atmosfera disciplinadora vitoriana está muito bem descrita e, assim, é mais fácil compreender os sonhos de quatro raparigas de dezasseis anos. Mas, o livro não está isento de defeitos. Deixou-me um pouco dividida. Se, por um lado, temos algumas atitudes acriançadas, fúteis e até apatetadas roçando o irreal  das personagens por outro lado, elas demonstram força e credibilidade diferindo entre si na forma como reagem às situações complexas da vida. Há aqui um brilhantismo na história de Libba Bray. Ela é capaz de definir aquela linha ténue que existe entre intenção e acção. A ambição pode transtornar a mente das pessoas e fazê-las acreditar que as suas acções são justas e ideais. Uma Grandiosa e Terrível Beleza conquistou-me gradualmente. Acabou por se tornar numa leitura compulsiva e viciante. O final deixa algumas histórias inacabadas o que, sendo de propósito ou não, é um grande motivo para ler o segundo volume.

5/7-MUITO BOM

PS:Obrigada Segredo dos livros! 

domingo, 24 de julho de 2011

Reflexos num Olho Dourado de Carson McCullers



Uma das vozes mais originais da literatura norte-americana, McCullers, explora, neste romance, os limites sempre instáveis entre a «normalidade», por um lado, e o foro íntimo das pulsões, que se lhe opõe. Numa pequena base militar americana, a rotina e o isolamento criam uma tensão insuportável que agudiza perigosamente as contradições em que se movem as personagens. McCullers escreve esta história com simplicidade despretensiosa e um registo inquietante que lhe conferem uma dimensão trágica.

A MINHA OPINIÃO:

Reflexos num Olho Dourado é livro estranhíssimo. Mas, as pessoas também são estranhas e este livro fala de pessoas. Todos temos algo de anormal habitando em nós e não vale a pena negar, é verdade. O que é normalidade para uns, para outros é uma anomalia comportamental!Vivemos num mundo de aparências e fugir à regra é quase proibitivo. Quantos estes desvios se tornam demasiado evidentes surge a aberração. Na minha opinião, Carson McCullers têm personagens nada normais: são complexas, capazes de loucuras e salientam o quão longe podemos ir para nos integrar. Este livro fala, portanto, de pessoas, relações e como estas são fundamentais ao Homem. A socialização é tão importante que este não se abstém da mentira e da dissimulação para resguardar aquilo que ele acha que vai perturbar a sua inserção na sociedade. Mas, quando se reprime a natureza do nosso ser, o que é que pode acontecer? Uma luta entre a sanidade e a insanidade, talvez... Se no nosso tempo, esta integração é difícil, o que seria na década de 40, altura em que Carson McCullers escreveu este pequeno livro! Terrível! Neste livro, o cenário é uma base militar onde reina a rotina e a aparente calma porém, esta contrasta com o rebuliço e a inquietação que toldam a mente dos personagens. Capitão Penderton é homossexual mas, sem coragem para o admitir e vive atormentado pelos amantes da sua bela esposa, Leonora. Ela é jovem e belíssima todavia, trocaria de bom grado um pouco dessa beleza por um pouco mais de inteligência. Major Morris é afeiçoado à mulher Alison mas, cai sempre no erro da traição e da infidelidade. Alison sobrevive e está ciente de que nada faz para salvar o seu casamento. O que a prendia ao mundo dos vivos, morreu há muito tempo. O soldado Williams será a pólvora que irá despoletar o fogo das emoções intensas e reprimidas há tanto tempo.  Foi uma leitura lenta pois, era preciso decompor cada elemento e analisar cada acção das personagens.  Apesar desta morosidade mostrou que é uma análise humana muito enriquecedora.

6/7- EXCELENTE

PS: Obrigada Segredo dos Livros!

TRAILER DO FILME:


sábado, 23 de julho de 2011

Divulgação- Dia Trilogia Nocturnus

Olá a todos!:D
Hoje vim divulgar um evento que irá acontecer pelo Facebook.Aqui ficam as informações:

Na primeira do que espero ser uma longa lista de iniciativas que visarão divulgar autores nacionais, no dia 31 de Julho desafio-vos a usarem como perfil uma das capas da “Trilogia Nocturnus” de Rafael Loureiro.

Tenham lido ou não, adora ou ficado indiferentes às obras, espero que se juntem a nós neste evento de promoção de um escritor nacional. Partilhem, divulguem e convidem tantos "friends" quantos conseguirem!

Vamos encher o Facebook com livros!!!


http://www.facebook.com/event.php?eid=241916269166800

Participem!:)

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Encontro na Provença de Elizabeth Adler



"No Sul da França, os segredos serpenteiam pelo campo ensolarado como os ramos das videiras - e como um bom vinho, tornam-se melhores a cada ano que passa. Mas Franny Marten sabe pouco desse mundo. Tudo o que serpenteia através da sua pequena casa de campo na Califórnia é o sonho de se apaixonar. Franny pensava que o sonho podia tornar-se realidade - até que conhece a mulher do seu amante! Mas, quando começa a sentir que o seu coração já ficou destroçado demasiadas vezes, Franny recebe uma carta misteriosa que muda tudo...
A carta é um convite para uma reunião da família Marten num château na Provença. Sabendo pouco sobre a família, Franny decide arriscar e faz as malas para a aventura de uma vida. a sua decisão de ir a França irá empurrá-la para um mundo na orla do tempo, onde o azul do Mediterrâneo se mostra ao longe com a promesse de que tudo é possível. E quando Franny descobre por que motivo o destino a levou à Provença, vai finalmente entender que quando se trata de amor, às vezes nem tudo é o que parece. Às vezes, é ainda melhor..."

A MINHA OPINIÃO:

Encontro na Provença é uma leitura refrescante, cheia de sabor e de cor! É o primeiro livro que leio de Elizabeth Adler e não poderia estar mais satisfeita. A escritora escreve com paixão e isso nota-se na variedade de aromas e sabores que saltam das páginas do livro! Com ela, viajei até à França apreciando o sal do Mediterrâneo, deleitando-me com as magníficas iguarias culinárias e com a textura e a cor do vinho Marten. Encontro na Provença é ideal para atenuar a fadiga de um dia extenuante. Na sua simplicidade, este livro apaixona por tocar em emoções verdadeiramente humanas, relembrando o poder do amor, da amizade e da família. É a beleza de uma terra que nos cativa contudo, essa é ainda mais engrandecida quando é ditada pelos próprios personagens. É um livro perfeito para Verão porque traz com ele aquele espírito de férias que nos faz sonhar. Quanto às personagens, elas facilmente me seduziram principalmente, Rafaella e a Pequena Azul. Rafaella, a velha matriarca que reúne a família muitos anos depois, é cheia de segredos e dá vontade de descobrir cada um deles. Franny e Jake, o elo romântico da história também são um grande atractivo contudo, achei o seu romance um pouco precipitado. Porém, este livro não perde o seu encanto e prova que o simples não é sinónimo de mau pelo contrário, a simplicidade aliada a uma escrita fluída e belas personagens faz milagres!

4.5/7- BOM**

PS: Obrigada Segredo dos Livros!

domingo, 17 de julho de 2011

O Sétimo Papiro de Wilbur Smith


Mais uma aventura pertencente egipcía de Wilbur Smith! Duraid Al Simmu e a sua mulher, Royan, uma lindíssima anglo-egípcia, são os primeiros a descobrir o túmulo da rainha Lostris. E também os papiros em que Taita descrevera o funeral do faraó Mamose e os seus imensos tesouros. Mas, assim que começam as buscas que os fazem deslocar-se das margens do Nilo para as terras altas da Etiópia, Duraid é brutalmente assassinado e os cadernos com as suas notas desaparecem. Há quem esteja disposto a tudo para localizar o tesouro. Royan regressa então a Inglaterra, mas por pouco tempo. Juntamente com Nicholas Quenton-Harper, um aristocrata e eminente arqueólogo, ganha coragem para voltar à Etiópia. Por Duraid. Por Taita. E pelos sonhos de um antigo faraó.

A MINHA OPINIÃO:

Quem me conhece sabe que eu sou fascinada pelo Egipto. Adoro as pirâmides, o deserto, o Nilo e os reinados dos Faraós. Quando surge a oportunidade de ler um livro que tenha como cenário, o Egipto, é quase impossível resistir! Nunca visitei o país e lê-lo nas páginas de um livro é uma viagem imperdível! O Sétimo Papiro é uma aventura apaixonante! O início é marcado por uma descoberta, por um homicídio e  por uma aliança improvável entre uma arqueóloga e um lorde, coleccionador de tesouros. Royan e Nicholas tentarão decifrar os escritos do misterioso Taita em busca do túmulo do faraó Mamose. Subindo o Nilo e deambulando pelo deserto, O Sétimo Papiro é uma leitura veloz e palpitante de adrenalina. Podia ser uma mera demanda por um tesouro fabuloso contudo, é muito mais do que isso. É uma experiência rara que mistura enigmas com o esplendor do Egipto sem cair na banalidade. Nas suas páginas corre a pura acção e a emoção de uma grande metragem! Wilbur Smith brinda-nos com a imprevisibilidade do momento e com uma obra compulsiva que preenche todos os requisitos para uma leitura trepidante. Fiquei interessada nos outros livros do autor nomeadamente, O Deus do Rio mas, o seu preço é aberrante se não for em segunda mão.


5/7-MUITO BOM

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Jogos de Sedução de Madeline Hunter


Numa sala repleta de convivas, os seus olhares cruzam-se com uma intensidade invulgar… mas os seus mundos vão colidir violentamente. Ela é Roselyn Longworth e, antes de a noite terminar, vai ser leiloada. Ele é Kyle Bradwell, o homem que lhe dará a conhecer o Inferno.
Todavia, quando vence o leilão, Kyle trata Roselyn com uma delicadeza a que ela não está habituada desde que um escândalo familiar arruinou a sua reputação. E quando finalmente descobre o que o motivou a salvá-la do seu terrível passado, é já demasiado tarde: Roselyn está perdidamente apaixonada pelo homem que sabe os seus mais íntimos segredos. Agora, ele surpreende-a com um pedido de casamento – o primeiro passo num jogo de sedução que exigirá nada menos que a sua completa rendição…

A MINHA OPINIÃO:

Que saudades eu tinha de ler Madeline Hunter! Mais uma vez, demonstrou ser uma grande contadora de histórias de época. Madeline tem o condão de nos embriagar com um belo romance em que o casal protagonista descobre o amor da forma mais peculiar. Kyle e Roselyn são adoráveis! Ela, uma dama da alta sociedade e ele, filho de mineiros, têm um primeiro encontro desastroso. Ela é leiloada e traída pelo homem que julgava ser seu salvador. Ele será o seu improvável protector. É uma história leve e agradável que li num dia e meio! Li-o sem grandes pretensões. Seria errado esperar muito do livro! Ainda assim, as personagens estão bem construídas. No princípio, achei uma futilidade Kyle estar apaixonado por Roselyn só por causa da sua beleza mas, à medida que foi lendo, percebi que não era  só isso. Roselyn revelou-se ser uma mulher determinada que desafia as regras sociais da época para sobreviver. Kyle também foi um verdadeiro deleite. A sua honra e honestidade dignas de um cavalheiro segundo, os parâmetros da ópoca, contrastou em larga escala com aquele que deveria ser um nobre, Norbury.Norbury pode ser ter nascido rico todavia, as acções são vis e desonrosas. O panorama desta história não ficaria completo sem a presença dos irmãos Rothwell: Christian, Elliot e Hayden e a esposa deste último, Alexia. Há qualquer coisa que cintila em Christian, o marquês de Eastbrook. A sua excentricidade e calma perante o mais horríveis dos imbróglios deu-me vontade de ir a correr pegar no livro que lhe é dedicado. Madeline Hunter constrói uma história primorosa e compulsiva que, apesar de, não ser uma obra-prima, é uma leitura deliciosa.

4/7- BOM

PS: Obrigada Cátia pelo empréstimo! Ah, vais ter de me emprestar os seguintes!:p

Insurreição de Robyn Young

1286. A Escócia está a passar pelo pior Inverno de que há memória. Alguns dizem que chegou o Dia do Juízo Final.
O rei da Escócia sai de Edimburgo sob um terrível temporal. No caminho, é assassinado por um dos seus homens, deixando em aberto a sucessão ao trono. A morte do rei é como uma pedrada num charco, os círculos alargando-se cada vez mais. A guerra civil torna-se uma ameaça quando as poderosas famílias escocesas lutam pelo poder, sem saberem que Eduardo, agora rei da Inglaterra, pusera em marcha os seus próprios planos. Há quase duas décadas que Eduardo alimenta uma visão arrojada de conquista – uma visão nascida das palavras de uma antiga profecia – que irá mudar a Grã-Bretanha para sempre.
Mas nem tudo parece correr conforme a vontade de Eduardo. Através das cinzas da guerra, das disputas de sangue e das lealdades divididas, um jovem escudeiro irá desafiar o grande rei da Inglaterra. O seu nome é Robert the Bruce. E a sua história inicia-se em INSURREIÇÃO.

A MINHA OPINIÃO:
Insurreição é um livro enorme que tem cerca de 600 páginas e que nem sempre consegue manter o ritmo. Às vezes, é preciso insistir na leitura para que esta prossiga. A história arrasta-se durante alguns capítulos e tive que abrir caminho até fim. A luta pela independência da Escócia podia ser bem mais interessante. Não estou a afirmar que Robyn Young escreva mal. Acho que ela é uma escritora muito talentosa a nível histórico. A sua capacidade em introduzir História na história é absolutamente notável. Os pormenores que ela apresenta são deliciosos e verdadeiros contextualizadores: como por exemplo, o número incomensurável de casas nobres inglesas e escocesas e o  vocabulário da época ( com um glossário elucidativo no fim). Robyn Young é também inovadora. A lenda do Rei Artur e as profecias do mago Merlin que perseguem Eduardo, rei de Inglaterra e a bruxa Affraig foram complementos fantásticos e movimentos arrojados da escritora. Deram ao livro uma aura de misticismo que contrastava com brutalidade do campo de batalha. Mas, apesar de Young ser uma escritora histórica brilhante, não é  uma contadora de histórias tão brilhante.Isto não é um paradoxo! Sente-se o desequilíbrio. O ritmo não é constante e se há capítulos intrigantes e compulsivos também há aqueles mais lentos e fatigantes. Quanto a personagens, Robert Bruce é um dilema. Um bom dilema diria pois, ele cresce aos olhos do leitor mas, nunca sabemos que caminhos tomará. William Wallace foi outro personagem que mexeu com todas as ideias pré-concebidas que tinha dele. Adorei BraveHeart, o filme de Mel Gibson que retrata a vida do herói da Escócia. Mas, no filme Wallace tem uma figura algo romanceada que é exactamente o oposto do Wallace do livro, mais rude e calculista. Existem bastante sangue, intrigas na luta pelo poder, alianças, traições e paixões. Contudo, algo falta. Para tornar este livro numa leitura perfeita, Robyn Young deveria ter incutido alguma rapidez e vivacidade impedindo momentos entediantes que podem levar o leitor a desistir. Aguardo pela sequela e espero sinceramente que Young aposte numa escrita mais envolvente.

4**/7- BOM**

PS: Obrigada Segredo dos Livros!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

A Dádiva de Toni Morrison


Da autoria da primeira mulher negra a ser distinguida com o Prémio Nobel da Literatura (1993), A Dádiva é um romance extraordinário que se passa na América do Norte de finais do século XVII. Profundas divisões sociais e religiosas, opressões e preconceitos exacerbados propiciam o cenário ideal para a implantação da escravatura e do ódio racial. Jacob Vaark é um comerciante anglo-holandês que apesar de se manter à parte do negócio dos escravos, que então dá os primeiros passos, acaba por aceitar uma menina negra, Florens, como pagamento de uma dívida de um fazendeiro de Maryland. Nesta parábola do nascimento traumático dos Estados Unidos, Morrison revela-nos o que se esconde sob a superfície de qualquer tipo de sujeição, incluindo a da paixão, e o quanto essa falta de liberdade é nociva para a alma.       

A MINHA OPINIÃO: 

A Dádiva é um livro com poucas páginas todavia, é uma obra com muito para dar!:) E o leitor também se deve  entregar ao livro porque se não o fizer, nunca será capaz de o compreender. Com um início caótico e impreciso testa a preserverança daquele que se atrever a lê-lo! Chega a desafiar a lógica com as suas frases, aparentemente, sem nexo e com seu discurso incoerente. Uma escrita que me deixou perplexa mas, intrigada. Finalmente, percebi o porquê. Toni Morrison só queria eu que conhecesse a personagem por dentro. Queria que eu vivesse dentro dela! No capítulo seguinte muda de narrador porém, mantém o mesmo estilo e aí incorporo outro ser. Quando dou por mim, já estou no âmago da história sem, no entanto, conseguir abarcar a complexidade da mente humana. Um labirinto de sentimentos, valores, loucuras e ideias! É uma escrita inimitável e rara que perturba o leitor. Tive de o ler devagar para que a individualidade e a singularidade de cada personagem se entranhasse em mim. E que personagens! São todas exuberantes, cheias de segredos e cada uma com um discurso diferente com prolepses e analepses que me obrigaram a estar com a atenção redobrada. Cada pormenor e cada citação tornavam o livro ainda mais fascinante. Foi uma leitura deliciosa e sobretudo, poderosa! Abordando a escravatura,os conflitos sociais e religiosos da época, A Dádiva é um testemunho grandioso do quão importante é liberdade!A liberdade dos homens e a liberdade de alma!

7/7- OBRA-PRIMA

sábado, 25 de junho de 2011

O Highlander Negro de Karen Marie Monning

Dageus Mackeltar é um herói encantador assim como o seu pior inimigo. No final do anterior romance, "O Beijo do Highlander", Dageus usara os poderes dos druidas para viajar no passado e salvar o seu irmão gémeo, Drustan. Mas, ao fazê-lo, libertou os espíritos de treze maléficos druidas que agora vivem dentro dele. Durante a sua investigação de textos arcanos que podem conter a chave para aprisionar novamente os espíritos, Dageus conhece Chloe Zanders, uma amante de antiguidades em Manhattan. E, quando ela tropeça na sua colecção de documentos "emprestados", Daegus vê-se obrigado a mantê-la sob a sua vigilância.
A tensão e atracção entre ambos atinge o ponto máximo quando viajam os dois até à Escócia para enfrentar os demónios de Daegus. A boa disposição de Chloe é a combinação perfeita para a sensualidade de Daegus. Esta história, selvagem e criativa, leva os leitores a uma viagem excitante através do tempo.

A MINHA OPINIÃO:

Com a chegada doVerão, apeteceu-me a apimentar um pouco as minhas leituras e diminuir a enorme pilha de romances que tenho!Li O Beijo do Highlander da mesma autora o Verão passado e, apesar de, não me ter seduzido totalmente fiquei com o desejo de ler o seguinte da saga, O Highlander Negro. Todos concordamos que, às vezes, há livros que não são lidos na melhor altura. Ou será que um bom livro agarra o leitor de forma inegável independentemente do momento? Continuo sem resposta a esta questão. Porquê esta interrogação? Porque o anterior da saga cativou-me e entreteve-me algumas  horas embora com as suas fragilidades e este novo volume ficou aquém das minhas expectativas. Esperava algo novo e diferente na história de Dageus e Chloe e, isso não aconteceu. Obviamente, existem diferenças mas estas são pouco notórias! Recapitulando, existe um protagonista druida alto, erudito e sensual e uma co-protagonista pequenina e totalmente inexperiente em matéria de sexo no primeiro volume. No segundo volume também! Drustan e Dageus são gémeos porém, Gwen e Chloe excusavam de o ser. O seu amor pareceu-me demasiado fácil. Ele rapidamente proferiu as suas juras de amor eterno e ela em seguida. Ele gosta dela por ser curiosa e virgem e ela por ser um homem belíssimo e um artefacto do passado ( ela adora artefactos). Não que eu tem nada contra isso (especialmente, contra a parte do homem lindíssimo:p), mas faltou substância e enredo à história. A autora podia ter seguido outro rumo bem mais interessante...  Entre  as viagens no tempo, o druidismo e a dualidade de Dageus havia tanto para explorar! Enfim, Karen Marie Monning podia ter enriquecido mais o livro a vários níveis! O foco da sua atenção resumiu-se aos personagens principais e o prazer de conhecer a Escócia presente e passada através dos olhos da escritora foi defraudado. As personagens secundárias foram o escape para mim. Silvan, Nelly e o enigmático Adam mostraram ser muito mais reais e muito mais cativantes. Adam será o protagonista de outro livro. E esse será a minha última oportunidade a esta autora! Os seus livros precisam de sofrer um reviravolta para me conquistarem. São livros que se lêem contudo, não marcam!

3/7 RAZOÁVEL

sábado, 11 de junho de 2011

A Conquistadora- O meu reino por um beijo de Teresa Medeiros

Ele é Conn, das Cem Batalhas, o rei guerreiro que forjou uma nação numa terra de clãs isolados. Na qualidade de rei supremo da Irlanda, dirige o lendário Fianna, o seu grupo de guerreiros de elite. Mas o misterioso assassínio de vários dos melhores homens de Conn ameaça o trono. Conn parte sozinho em busca de um inimigo aparentemente invencível, sem saber que vai ter de enfrentar uma mulher de olhos verde-esmeralda e cabelos cor de labaredas…
Empunhando uma espada chamada Vingança, Gelina Ó Monaghan jura derrotar o homem que considera o responsável pela ruína da sua família. Nunca imaginou que ele pudesse vencê-la em combate… e ao mesmo tempo conquistar o seu coração. A sua paixão proibida transforma-se numa guerra travada com espadas e beijos, promessas e traições – e a rendição será apenas um início…

A MINHA OPINIÃO:
A Conquistadora foi uma leitura impulsiva! Tenho imensos livros à espera na estante mas, este foi mais apelativo! Culpo a capa e minha adoração por romances históricos! Este livro de Teresa Medeiros revelou-se uma obra cativante com personagens sedutoras. Estava à espera de muito menos... de um livro para desanuviar e sem grande história ou grandes emoções. Enganei-me e ainda bem! Nem sempre sabemos o que queremos! Li-o sofregamente! Conn é o rei que unificou clãs e criou o lendário Fianna, um grupo de guerreiros altamente treinados e respeitados. Gelina é sua inimiga que o acusa de assassínio e sonha com a sua morte pela sua espada.Porém, a rapariga irreverente de olhos esmeralda e cabelos cor de fogo torna-se mulher e, Conn, perde o discernimento e não percebe se a odeia ou se a ama. Os protagonistas e a sua história são fascinantes com as suas lutas entre beijos e reviravoltas na relação. Contudo, se aqui está uma das grandes virtudes do livro também está o seu grande erro. Passado algum tempo de tanta espada e tantas juras de amor eterno, não se entende muito bem porque Conn deixa de acreditar em Gelina. Sim, ela era culpada de imensas coisas. Mas eram coisas do passado que ele, próprio, optou por esquecer. Quem me garante que toda esta desconfiança não voltará para assombrar este amor? Todavia, não posso negar que o livro foi um deleite para mim que adoro um bom romance. Deixei-me levar! Não criei muitas expectivas, nem esperei muito dele! Adorei uma pequena personagem de Teresa Medeiros: o anão Nimbus. Pequeno, só em tamanho pois é adorável! É o bobo mais humorado e perspicaz que conheço!:) ( Não fiques com ciúmes, Tyrion Lannister, continuas a ser o meu anão favorito!:p) Nimbus, Gelina e Conn foram impiedosos com o meu sono e não desisti enquanto não acabei o livro! O cenário escolhido também foi o ideal, Erin, a actual Irlanda, com os seus mistérios e grandiosas florestas. Um bom livro que beneficiaria de um pouco de mais coerência contudo, ainda assim uma leitura deliciosa para o Verão que se avizinha...:)

5/7-MUITO BOM

PS: Estou a ter alguns problemas com o blogger e em postar em outros blogs. Também vos está a acontecer o mesmo?


sábado, 4 de junho de 2011

Romance Atribulado de Jill Mansell

Orla Hart, a famosa autora de bestsellers românticos, decide transformar Millie, a sua melhor amiga, na heroína do próximo livro. Millie duvida que a sua vida aborrecida possa inspirar uma história interessante, mas Orla pensou em tudo: sem a amiga saber, vai fazer o possível para lhe apimentar a vida. E enquanto Millie reconta os acontecimentos hilariantes em torno dos seus amigos e família, Orla conspira para a juntar ao perfeito herói romântico e tornar as coisas bem mais excitantes. O problema é que Millie também escondeu alguns eventos recentes da sua vida. E tanta confusão só pode dar um…romance atribulado!

A MINHA OPINIÃO:
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Está triste? Está aborrecida? Está farta de ler sempre a mesma história de amor? Um livro de Jill Mansell, em particular, Romance Atribulado é o remédio para si!:p Miraculoso e com divertimento garantido,  eis um livro que é um elixir fabuloso para acabar com o tédio! Jill Mansell é uma perfeita alquimista e conjuga as personagens mais peculiares com as situações mais caricatas e com os enredos mais inimagináveis! Este livro lembra uma daquelas comédias românticas cinematográficas em que a protagonista mete-se em todo o tipo de situações inacreditáveis e cómicas: primeiro, por ser a mais desastrada e distraída das mulheres e, segundo, por ter os amigos mais bem intencionados de todos mas, que nem sempre ajudam com as suas acções, pelo contrário, só complicam! A heroína desta nova obra de Mansell é Millie. Ela tinha uma vida mais ou menos organizada até conhecer Orla Hart, uma famosa escritora romântica. Orla vê em Millie uma oportunidade para criar um novo livro cuja personagem principal será criada à imagem de Millie. De um momento para outro, a história muda e a vida de Millie dá uma volta de 360 graus! Seguem-se umas boas gargalhadas ou, pelo menos, uns belos sorrisos... As excentricidades  das personagens de Romance Atribulado são tão impossíveis que são ridiculamente hilariantes! Millie é a rainha do inexplicável e com Orla a apimentar a sua vida amorosa é de esperar um resultado ainda mais estranho! A protagonista tem o emprego mais esquisito de todos: veste-se de gorila para dar notícias;), tem o patrão mais insano e mulherengo de todos e a melhor amiga mais tresloucada à face da terra, Hester. E isto, sem contar com os homens que Orla insiste em impingir à pobre Millie! É um livro dinâmico, pautado pela escrita fluida de Jill Mansell! Não atinge o estatuto de obra-prima, está longe disso porém, é um livro leve, sem grandes pretensões e que assegura umas boas horas de leitura! Para quem procura, uma boa comédia romântica....:)

5/7- MUITO BOM

PS: Obrigada Segredos dos Livros!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Os Laços que nos unem de Linda Gillard

“Rose Leonard quer esquecer o seu passado.
Refugiada numa pequena comunidade numa ilha ao largo da Escócia, ela dedica-se ao seu trabalho no silêncio e na solidão da sua casa à beira-mar. Porém, ela é assombrada por memórias indesejáveis.
A sua filha solitária, Calum, um homem mais novo e frágil que quer exorcizar os seus demónios, e os seus novos amigos dão-lhe a esperança e o amor necessários para viver cada dia. Mas terá Rose, presa à vida e à sanidade por um fio, a coragem de dizer sim à vida e esquecer o passado?”

A MINHA OPINIÃO:

Os Laços que nos unem tinha tudo para me deslumbrar: opiniões anteriores favoráveis e uma sinopse atraente. mas o seu encantamento rapidamente se desvaneceu. Rose é uma personagem sofredora, cujo passado a atormenta. Linda Gillard criou a história com uma estrutura em forma de desabafo como se estivéssemos a ser confidentes de Rose que é uma personagem empática. Megan, filha da protagonista, é a ligação ao passado e Calum, um homem que poderá devolver-lhe a felicidade e é a sua grande esperança num futuro mais risonho. A história geral é muito bonita e mostra como as feridas podem sarar apesar da incerteza na recuperação. Aonde está o problema? Para mim, os pequenos " capítulos" do livro. Não sei se deva chamá-los assim porém, retiraram algum do prazer em ler este livro. Não davam tempo para me envolver o suficiente na história. Esta opção literária de Linda Gillard associada ao facto de só poder ler algumas páginas de cada vez contribuíram para uma leitura atribulada  e, por vezes, desmotivante. O livro parece ter chegado na altura errada. Todavia, pretendo dar outra oportunidade a esta escritora.

4/7- BOM

PS:Obrigada Segredo dos Livros!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Devaneios de Séries.... Smallville

( este post foi re-editado!)
Smallville está a chegar ao fim! Esta semana nos Estados Unidos, na sexta, vai para o ar o último episódio da série que começou em Outubro de 2001. Dez temporadas e mais de 200 episódios depois, Clark Kent vai tornar, finalmente, num dos heróis mais famosos da DC Comics, Superman aka Superhomem.

Há uma década atrás e no rescaldo do 11 de Setembro, a Warner Brothers lançou um episódio-piloto de uma série diferente sobre o Superhomem.

Superman é dos personagens mais amados pelos norte-americanos. Representa a verdade e a justiça in all american way. Mas, neste caso, não havia capas vermelhas nem voos, só um adolescente confuso e desorientado pelos seus poderes emergentes, pela amizade, pelo amor e, pelo facto de ter de esconder o segredo de todos, Clark Kent. O primeiro episódio de Smallville foi um sucesso retumbante. Seguiram-se dez temporadas, algumas mais brilhantes que outras contudo, a série cativou uma audiência fiel e conquistou o seu lugar na televisão americana. Conheci a série através da RTP e embora não a seguisse religiosamente, foi acompanhando o seu percurso ao longo dos anos. Há sempre algo de muito inspirador num herói: alguém que se sacrifica pelo o bem da Humanidade! Já estou a ser sentimentalista!:p A história apresenta alguns twists. Clark ( Tom Welling) não sabe voar e até há bem pouco tempo tinha vertigens! O que não deixa de ser irónico! Lex Luthor ( Michael Rosenbaum), o famoso arqui-inimigo, é amigo de Kent . Os dois amigos que fazem escolhas completamente distintas e essas forjarão o seu destino. Pois não há um grande herói sem um grande vilão!
Além desta nova amizade, Clark conhece o amor, Lana Lang (Kristin Kreux). Uma relação de altos e baixos e bocadinho esticada de mais, na minha opinião. Lana foi das personagens que, a partir de um certo ponto, pareceu-me demasiado forçada e com uma monotonia subjacente terrível. Mas, eis que umas temporadas depois entra em cena, Lois Lane ( Erica Durance). Energética, despachada, determinada, hilariante e teimosa, ela deu uma nova vida à série. A interacção dela com Clark é bastante cómica já que eles, a princípio, não se suportam.:)

O programa ganhou ainda mais vida com entrada de novos personagens da banda-desenhada. Devido a direitos de autor, Bruce Wayne/ Batman e Diana/ Wonderwoman ficaram de fora porém, os produtores encontraram outra solução: Oliver Queen/ Green Arrow ( Justin Hartley). Multi-milionário, órfão e amante de um bom um arco e de uma flecha, Oliver foi dos mais regulares. Surgiram outros como Bart/ Flash, Aquaman e a prima perdida de Clark, Kara/Supergirl.


Ao longo de dez anos, Smallville também teve os seus vilões. Destaco James Marsters como Braniac e Callum Blue como Zod. A série também introduziu uma personagem que não existia na mitologia, Chloe Sullivan ( Allison Mack). O sucesso foi tanto que ela já aparece nas novas bandas-desenhadas. Chloe é a mais velha amiga do protagonista.
Smallville apresentou um novo Clark Kent em Tom Welling todavia, não esqueceu aqueles que durante anos, viveram o herói como por exemplo, Christopher Reeve que participou em alguns episódios.

Prestes a levantar voo pela primeira vez, Smallville terá um episódio duplo na sexta. E após anos de exibição, chegará ao fim. Para os fãs de Superman, restará esperar por 2012 pelo filme: Superman: Man of Steel de Zach Snyder sob o aval de Christopher Nolan.

TRAILER DE SMALLVILLE:

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Aquisições Feira do Livro de Lisboa!...


Estes livrinhos foram as minhas aquisições na Feira do Livro em Lisboa! Adquiri mais alguns mas não figuram aqui porque os dei.:) Estes ficaram para mim :D! Fui três vezes à Feira e cheguei a uma conclusão tenho de ir menos vezes!:p Já não comprava livros há algum tempo pelo que me excedi. E ainda vou à Feira do Livro no Funchal:P... ai nem quero pensar. Mas, vamos às comprinhas:

Da Saída de Emergência trouxe:

Lisboa Triunfante de David Soares ( a senhora foi tão simpática que me trouxe a capa da raposa de propósito!)
As Memórias de Cleópatra Volume I de Margaret George
Belladona de Anne Bishop (este foi oferta da promoção 2=3)

Da Editorial Presença:

Os Pilares da Terra I de Ken Follet ( livro do dia a mais de metade do preço)
A Dádiva de Toni Morrison
A História Interminável de Michael Ende
Inkheart- Coração de Tinta de Cornelia Funke

Da Chiado Editora:

A Vingança do Lobo de Vítor Frazão ( este têm uma dedicatória especial do autor:P)

Da Editoral Minerva:

E Tudo O Vento Levou I e II de Margaret Mitchell ( Livro do dia e a metade do preço)

Da Planeta:

A Conquistadora de Teresa Medeiros

Da Leya (Aproveitando a promoção leve 4 pague 3):

Irmãs de Sangue e Fogo Eterno de Barbara e Stephanie Keating
Corações Sagrados de Sarah Dunant
O Véu Pintado de Somerset Maugham

Da Babel:

Olhos Brilhantes e Sétimo Céu de Catherine Anderson

Da Bertrand/Porto Editora:

Porque te Amo de Guillaume Musso

Comprei-os a preço razoável, os mais caros foram o de Sarah Dunant,A Vingança de Lobo e A Conquistadora que são relativamente recentes.  Mas os outros foram adquiridos a menos de 14 euros.:) Muitos a menos de 10 euros! Quanto à Feira, em geral, achei alguns stands  com preços excessivos como a Europa- América. Ia com intenção de comprar alguns clássicos mas, rapidamente desisti da ideia.

Foram à Feira? Quais foram as vossas aquisições? Já leram algum livro daqueles que comprei? Contem-me tudo!:p

Bjokas

Jojo