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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Olhos Brilhantes de Catherine Anderson

Zeke Coulter gostava de viver sozinho - ou pelo menos achava que gostava - até conhecer a sua vizinha, a atraente cantora Nathalie Patterson. Zeke tinha ido a casa de Nathalie para ter uma conversa séria sobre o filho dela, Chad, que tinha vandalizado o jardim e a casa nova de que Zeke tanto se orgulhava.
Na esperança de ensinar ao rapaz o que é a responsabilidade, Zeke insiste em que Chad trabalhe em sua casa para recuperar os danos. Nathalie e a sua filha Rosie querem ajudar igualmente para que Chad não falhe o acampamento de Verão. Nathalie, recentemente divorciada e lutando para sobreviver com os dois filhos, sabe que Chad está a atravessar uma fase difícil, mas não adivinhava que o tempo passado com Zeke era precisamente aquilo de que Chad necessitava.
Quando as obras acabam, Zeke dá por si numa casa imensamente vazia, mas ainda a tempo de tomar a decisão que pode mudar a sua vida.

A MINHA OPINIÃO:

Olhos Brilhantes era um livro que estava na minha estante há algum tempo porque simplesmente não tinha a mais pequena vontade de o ler. Catherine Anderson é uma escritora capaz de criar histórias envolventes e  muito agradáveis. Porém, já não me surpreende.  Ela cria uma história de amor resiliente e fiel que sobrevive a todas as contrariedades tornando-se ainda mais forte. Este livro não é excepção. Nathalie e Zeke são um casal adorável e os irmãos Coulter são sempre um conjunto muito atractivo e bem-humorado. O valor da família é mais uma vez omnipresente e de uma importância extrema. As personagens de Anderson tem sempre algo de vulnerável e Nathalie, Chad e até Zeke demonstram as suas fraquezas ao longo de todo o livro. Contudo, é na família e no amor que eles encontram força para continuar. Nem sempre é o sangue que determina quem nos quer ou nos ama... Chad e Zeke têm uma relação enternecedora apesar de não partilharem a mesma genética. Olhos Brilhantes foi um livro que me deu prazer a ler mesmo sabendo o que esperar. Na verdade, já algum tempo desejava uma leitura leve e despretensiosa sem grandes artifícios e, que se lesse rapidamente. Encontrei-o... todavia, exasperei-me com a personagem Rosie, a filha de quatro anos de Nathalie. É demasiado articulada e clarividente para uma menina daquela idade. Suponho que a autora queria que ela fosse o elemento mais inocente e, ao mesmo tempo, ligeiramente cómico da história. Para mim, não resultou. É demasiado inverossímil! Só se fosse uma criança prodígio... Concluindo, este livro é uma leitura feliz mas, nada de deslumbrante.

3.5/7- RAZOÁVEL**

domingo, 18 de setembro de 2011

Sétimo Céu de Catherine Anderson


Este livro é uma das suas histórias mais emblemáticas e com ele os leitores vão certamente rir, chorar e acreditar na verdadeira força do amor!Passaram-se dez anos desde que Joe Lakota trocou a sua cidadezinha do Oregon e a mulher que amava pelas falsas promessas de uma grande metrópole. Agora está de regresso, porque quer proporcionar ao filho aqueles valores que só se encontram verdadeiramente na terra que nos viu nascer. E também porque ambiciona reacender a paixão que em tempos o uniu à bela Marilee Nelson. Esta porém já não é a jovem tranquila que um dia ele abandonou. É hoje uma mulher atormentada por um segredo que não quer partilhar, nem mesmo com Joe.É então que Joe lhe faz o mais irresistível dos pedidos: que se torne sua mulher e mãe do seu filho. Como poderá ela, no entanto, concordar com tal casamento, quando não é sequer capaz de lhe dizer a verdade?

A MINHA OPINIÃO:

Catherine Anderson é uma escritora a quem recorro quando me apetece uma leitura leve, despretensiosa e com um final feliz. Sétimo Céu não é excepção. É mais uma bonita história da escritora que gosta de mudar o estereótipo do casal lindo, esbelto e perfeito. Gosta de incutir numa das personagens principais uma fraqueza, uma deficiência, um medo ou um segredo atormentador.  Desta vez, é Marilee, uma jovem mulher que abandonou o homem que amava há dez anos porque achou que era o melhor a fazer.O real motivo da sua rejeição é incerto. Joe seguiu com a sua vida e teve um filho, o adorável Zachary. Mas, nunca se esqueceu da mulher que deixou para trás. É uma leitura fácil e as personagens são minimamente cativantes. A previsibilidade é uma constante e era expectável dado que, já conhecia a escritora e a sua fórmula e sabia, à partida, que não era um livro muito exigente. Contudo, se os outros livros de Catherine Anderson satisfizeram a minha sede, este ficou aquém das minhas expectativas. Não nego que é agradável mas, falta-lhe qualquer coisa. Creio que fiquei fatigada da história padrão da escritora. É verdade que já a esperava porém, tinha sempre aquela esperança que alguma coisa mudasse. A esta pequena frustração junta-se a tradução arrepiante! Ora aparecia "você", ora "tu" e surgiam expressões duvidosas como "coração querido", que o Joe usava quando se dirigia a Marilee. Coração querido? Será esta a tradução de "sweetheart"? Não faço ideia. A única certeza que tenho é que me retiraram algum prazer da leitura.
Para quem nunca leu Catherine Anderson é um bom livro para começar todavia, para as veteranas como eu, é apenas mais um que não faz grande alarido, nem surpreende. Lê-se bem e tem momentos enternecedores mas, não é mais do que isso.

3.5/7-RAZOÁVEL

domingo, 2 de janeiro de 2011

Uma Luz na Escuridão de Catherine Anderson



Poucos autores escrevem histórias comoventes e de inesgotável ternura como Catherine Andersen.As suas personagens partilham com o leitor a esperança de encontrar o amor perfeito de uma vida inteira.No intuito de por a salvo a sua vida e a do seu bebé, das mãos de um padrasto violento Maggie Stanley, arrisca tudo numa fuga desesperada passando de um perigo para outro ainda maior. Desde a trágica morte da mulher e dos filhos, Rafe tornou-se num pobre vagabundo que lentamente afoga as suas mágoas no álcool. Assim que conhece Maggie, Rafe pressente que vão envolver-se em problemas.

E quando Maggie é subitamente atacada por um grupo de vagabundos, Rafe, por compaixão, decide salvar a jovem mãe e o seu filho. Maggie está simultaneamente grata e preocupada com o seu novo protector. Na extrema solidão, na fase mais sombria que jamais viveu, a compaixão de um desconhecido, muito atraente mas pobre como ela, surge como uma luz na escuridão e proporciona-lhe o conforto e o carinho que sempre desejou e nunca teve. Rafe é bem mais do que aquilo que parece. É um homem enigmático e secreto, que poderia dar a Maggie o céu e a terra, não fora a circunstância de ter jurado a si próprio viver sozinho o resto da sua vida.Para sua surpresa, também Rafe descobre que pela primeira vez, desde há muito tempo, alguém necessita da sua ajuda e está determinado em não os desapontar. É que às vezes o amor surge sem aviso prévio e transforma o mundo mais frio e desapiedado num verdadeiro paraíso. E um homem a quem quase tudo foi roubado, uma mulher que perdeu até mesmo a capacidade de sonhar, e a criança desprotegida que de ambos necessita, podem tornar-se a mais improvável e a mais fabulosa das criações: uma família.

A MINHA OPINIÃO:

Às vezes, entre leituras mais pesadas apetece-me desanuviar um pouco e mergulhar num bom romance, daqueles previsíveis e com um final feliz. E para estas leituras, tenho algumas escritoras de eleição e uma delas é, indubitavelmente, Catherine Anderson. Esta autora tem a extraordinária capacidade de tornar as personagens arrebatadoras logo nas primeiras páginas. Apesar da simplicidade da escrita, é fácil constatar a intensidade das emoções de Maggie e Rafe, os protagonistas. Rafe é um homem que faz suspirar qualquer mulher, ou não fosse ele, um Kendrick! Ainda não me esqueci do outro elemento desta família,o Ryan, irmão de Rafe, do Amor à Primeira Vista. Os Kendrick tem algo de fascinante, um cavalheirismo que já não existe e, Rafe não é excepção. Maggie é adorável, inspira compaixão e respeito. Compadeci-me da sua história trágica e respeitei a sua coragem. Jamie é o bébé recém-nascido de Maggie que será o elo entre estas duas almas perdidas. É uma história linear sem espaços para grandes surpresas porém, é belíssima! É a história de um casal que, atormentado pelo passado, procura viver o presente lidando com os obstáculos do futuro. Foi uma leitura perfeita efectuada no melhor momento possível...

5/7- MUITO BOM

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Mais Perto do Céu de Catherine Anderson



Catherine Anderson, autora de vários livros bestsellers do New York Times “nunca nos deixa de tocar no coração”, escreveu Ann Krentz. Em Mais Perto do Céu, oferece-nos uma história de duas pessoas que descobrem o poder que o amor tem de nos curar.
Carly Adams sente que lhe deram uma nova oportunidade na vida. Nascida com uma doença rara dos olhos, manteve-se cega até uma operação recente lhe ter possibilitado a recuperação da visão. Agora está ansiosa por experimentar tudo o que o mundo tem para oferecer – incluindo as palavras doces de um vaqueiro muito bonito que desperta o seu desejo…
Hank Coulter não tem quaisquer planos para assentar, até que descobre que Carly Adams está grávida do seu filho – uma gravidez que lhe ameaça a visão.

A MINHA OPINIÃO:

Mais perto do céu é um livro que, não sendo uma obra-prima, é uma leitura muito agradável. É o segundo livro de Catherine Anderson que leio este Verão. A explicação é simples: é perfeito para desanuviar! Sem grandes floreados, Mais perto do Céu é mais uma bela história de amor da autora. E mais uma vez, é uma história de redenção e de coragem! A coragem para ultrapassar uma deficiência física que acarreta outros problemas: sociais e psicológicos. Carly, a protagonista, é uma jovem de vinte seis anos que, após uma cirurgia, está a ver o mundo pela primeira vez. Ela sofre de uma doença rara, distrofia lattice. A operação cirúrgica poderá desenvolver-lhe a visão por alguns dias, meses ou anos. Nada é certo! A nova liberdade de Carly leva-a a um bar. Nesse estabelecimento, ela encontra um dos irmãos Coulter, Hank. Consciente do seu efeito sobre as mulheres, ele pavoneia-se pelos bares da zona, seduzindo quem bem entende. E sob o efeito do álcool, ambos tem uma noite de sexo desprotegido! O pior é no dia seguinte: Hank não se lembra do nome da mulher com quem esteve e Carly não quer nada que venha daquele homem. Eventualmente, Hank descobre que Carly está grávida e, que pode perder a recém nova visão por sua causa. Os valores morais da família Coulter começam a pesar na consciência de Hank e, este resolve assumir a sua responsabilidade.Contudo, os seus planos enfrentam a personalidade férrea de Carly. Mas, o amor vai bater-lhes à porta! Inesperado e sorrateiro, ele vai transformar a vida de ambos. Um livro com muito sentimento e humano como só Catherine Anderson sabe fazer... O facto de ter lido dois livros seguidos dela, também fez com que reparasse nalguns erros. Há duas passagens que me intrigaram no mínimo. Há uma referência a Bethany Coulter do Amor à Primeira Vista. Até aí tudo bem, excepto que diz que ela tem olhos castanhos. Se bem me lembro, a Bethany tinha olhos azuis. Outro lapso foi o facto de considerarem a Helen como cunhada do Rafe Kendrick. No outro livro, ela era a sogra. Não sei se estas gafes foram da autora, da editora ou da tradução mas, fica o reparo.

4/5- MUITO BOM

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

À Primeira Vista de Catherine Anderson

Poucos autores escrevem histórias tão comoventes e de inesgotável ternura como Catherine Anderson. As suas personagens partilham com o leitor a esperança de encontrar o amor perfeito de uma vida inteira. Todas as leitoras que acompanharam Rafe Kendrick e Maggie Stanley em Uma Luz na Escuridão podem agora revê-los numa nova e apaixonante aventura protagonizada por Ryan, irmão de Rafe a quem este terá de ajudar a ultrapassar um momento difícil. Um acidente sofrido há anos num rodeo deixou Bethany Coulter presa a uma cadeira de rodas. Desde então conheceu tanto as traições como os desgostos de amor, e por isso jurou nunca mais entregar o seu coração a um homem. Mas qualquer coisa em Ryan Kendrick a fez de súbito acreditar que talvez todos esses obstáculos pudessem ser ultrapassados. Ambos partilham a paixão pelos cavalos e têm um imenso sentido de humor. Mas a vida não é absolutamente perfeita.


A MINHA OPINIÃO:


À Primeira Vista é mais uma bonita história de Catherine Anderson! A autora presenteia-nos com um amor que nasce à primeira vista ( daí o título!) entre Ryan Kendrick e Bethany Coulter. E tudo seria perfeito, se ela não fosse paraplégica! É típico desta escritora apresentar um protagonista que fuja às " regras" do parzinho perfeito. E ainda bem que assim é! Esta limitação física e os problemas emocionais que dela advêm, tornam esta história de amor muito mais interessante. Pessoalmente, não acredito no amor à primeira vista. Quanto muito, há uma atracção:algo que sobressai e capta a atenção do outro. Por isso, foi com algum cepticismo que encarei este livro. Mesmo assim, Anderson conseguiu cativar-me através da sua escrita fluida e desinibida. Li-o em dois dias! Uma leitura capaz de arrancar gargalhadas e de deixar à lágrima no canto do olho! Eu incluo-me no grupo das gargalhadas!:P. Lembro-me perfeitamente de começar a rir em plena praia com uma cena entre Ryan, Keefe Kendrick e Jake Coulter, o irmão mais velho de Bethany e protagonista de outro livro: O Domador de Paixões. Como cowboys impulsivos que são, acabam numa esquadra após uns socos merecidos mas, naturalmente incompreendidos pelos esmurrados. Uma cena com um sentido de humor delicioso! O amor de Ryan e Bethany é belíssimo! Uma lição de vida! Os paraplégicos também amam e, apesar das suas limitações físicas, o seu coração não encolhe: sorri, sofre e apaixona-se! Ryan é um mulherengo inveterado, que ainda não encontrou alguém especial que alivie a solidão e o vazio da sua vida. No seu rancho, aqueles que lhe dão alguma alegria são: os seus pais, o seu irmão Rafe e sua família, um touro manso chamado de T-Bone e um cão, Tripper. Um dia, conhece os olhos azuis de amores-perfeitos de Bethany e fica seduzido. Não contava era com a cadeira de rodas. Mas, à medida que conhece esta mulher determinada e independente, começa a ver além da cadeira de rodas. Para ele, só existe Bethany. Ela é a tal! Ele vai mover montanhas e derrubar os muros erigidos por Bethany, após o acidente. Por outro lado, a protagonista lida com as suas próprias incapacidades e, com o receio de não satisfazer aquele homem, que deseja construir uma família. A autora é convincente ao relatar a vida complicada de Bethany e, apresenta mais uma vez, uma original e bonita história de amor. Achei o final um pouco apressado mas de resto, foi um livro que gostei bastante! Um livro perfeito para as românticas incuráveis!


5/7- MUITO BOM

terça-feira, 24 de novembro de 2009

O Domador de Paixões de Catherine Anderson


Molly Wells é uma mulher que arrasta consigo muitos segredos. Nomeadamente o do motivo que a levou a roubar um valiosíssimo garanhão ao ex-marido e a empreender com ele uma viagem de centenas de quilómetros, através do Oregon, para o levar ao rancheiro Jake Coulter, um conhecido domador de cavalos. Ou o da razão porque chega ao rancho deste sem emprego, sem dinheiro e com um medo horrível do ex-marido, que ameaça ainda controlar-lhe a vida. Molly está disposta a quase tudo para salvar Sonora Sunset, e nem sequer se apercebe que é ela própria quem precisa de salvar-se... e muito menos que Jake é o homem que pode dar-lhe aquilo de que ela necessita.
Ao acolher Molly no seu rancho, Jake suspeita que pode estar a dar guarida a uma ladra. Mas algo naquela mulher corajosa e ao mesmo tempo vulnerável o toca particularmente. Anseia assim por dar-lhe a maior dádiva que alguma vez poderá conceder - um lar, o seu afecto e a partilha do resto da sua vida. Mas até que ela se sinta suficientemente forte para aceitar tudo isso, a única coisa que ele pode oferecer-lhe é a sua disponibilidade paciente, a força para a ajudar a fazer frente aos seus inimigos e a promessa de vir a votar-lhe um amor eterno.

A MINHA OPINIÃO:

De vez em quando, gosto de me embrenhar numa bonita estória de amor. E é o que este livro contém. Uma linda estória de amor! O nome de Catherine Anderson não me era desconhecido, já tinha ouvido muitos elogios e por isso, decidi arriscar. Não me arrependi nem por um segundo! Quando digo uma bela história de amor não quero com isto reduzir o conteúdo do livro, pelo contrário, todas as personagens estão bem conseguidas, todas elas têm defeitos e virtudes e através delas a autora aborda temas reais intrínsecos à realidade humana como a violência doméstica principalmente, verbal e a ambição e a ganância desmedidas. Estas podem ter consequências devastadoras.

Molly, a protagonista, é uma mulher que sofreu muito com o casamento. O ex-marido, Rodney, destruiu a sua auto-estima. Atacava-a verbalmente, criticando o seu modo de ser. Molly perdeu liberdade e tornou-se num autômato. Vestia-se, ria e fazia tudo como ele queria. Porém, a relação descambou quando Rodney usou os ataques de sonambulismo da ex-mulher para simular a insanidade mental desta. Tudo isto, para poder controlar a empresa milionária herdada por Molly. Sem alternativa, ela foge da clínica onde estava encarcerada. Leva consigo, Sonora Sunset , um cavalo, também ele uma vítima às mãos de Rodney. Procura refúgio numa quinta, onde vive um "encantador de cavalos", Jake Coulter. Será este homem que a resgatará do abismo. Um bonito amor brotará entre estes dois. Mas, os medos, as inseguranças e os segredos de Molly tornaram a concretização deste amor, díficil... Sem contar com o passado que tenta destruir o futuro...

É uma belíssima estória onde a paciência, a compreensão e o amor reinam. É tocante e fervilhante em emoções. E que eu li em poucas horas! Deviam afastar livros destes de mim, não consigo parar de ler.:P

Sabe tão bem ler livros assim de vez quando! É uma escritora que seguirei com atenção.

PS: Obrigada Segredo dos Livros!